8 comentários:
De NachtEldar a 21 de Abril de 2007 às 12:07
MJ:

Parabéns pelo blog, não conhecia e vou tomar a liberdade de linkar.

O comentário anterior seguiu incompleto por lapso. Se decidir publicar este, peço-lhe que o edite, retirando esta frase.

Kiki Anahory Garin:

1. O respeito pela liberdade de expressão é motivo suficiente para que se realizem conferências versando o tema.

2. O leitor de língua castelhana mostrou que tem sentido de humor, que é superior quer a provocações, quer a argumentos anti-semitas e que assume plenamente a sua fé, mesmo perante interlocutores comprovadamente hostis. Achei-o um digno representante do Povo de Rabi Yeshua e de David.

Cumprimentos


De kiki Anahory Garin a 16 de Abril de 2007 às 01:41
Apesar do novo post já publicada em que se refere que o anúnico desta conferência não passou de uma provocação, eu reafirmo que no meu entender era provocatório e escandaloso que grupos de neo-nazis reolvessem fazer uma conferência negando o Holocausto no dia em que Israel, as comunidades judaicas e alguns países recordam as vítimas desse horror que foi o Holocausto.

Ainda e isto no meu entender não vejo qq utilidade em conferências que pretendem negar os terríveis actos do Holocausto, mais que provados e comprovados.

Shalom

Kiki


De leprechaun a 16 de Abril de 2007 às 01:13
Não conhecia este blog, onde vim parar através de um link num artigo sobre a celebração que se realizou este domingo.

Contudo, e a exemplo do que outros já comentaram acima, acho inteiramente legítima qualquer manifestação, não-violenta óbvio, acerca deste tema que continua a ser extremamente controverso.

A plena liberdade de expressão e reunião assim o ditam e cada qual deve ser totalmente livre de negar ou afirmar aquilo que muito bem lhe aprouver. Caso contrário, regressamos aos tempos em que negar a interpretação literal da Bíblia era motivo para outro holocausto, promovido então pela temível Inquisição.

Neste sentido, diga-se, considero indizivelmente iníquas as leis dos 2 principais países da UE - Alemanha e França - que simplesmente não permitem a livre discussão de muitos aspectos ainda obscuros e nunca cabalmente esclarecidos pela História oficial.

Não será isso ter medo da verdade ou, pior ainda, saber que se defendem "factos" não provados e, quiçá, improváveis?!

O certo é que, para além de meras alusões indignadas ou anedóticas, não é simplesmente possível saber na imprensa "mainstream" o que se passa nessas tais reuniões ou conferências semi-clandestinas. Ora esse simples facto adensa a desconfiança de quem se habituou a ler criticamente tudo aquilo que lhe é servido pelo ominoso "politicamente correcto", onde a verdade nua e crua cede apenas lugar à conveniência daquilo que pode ser revelado ou o que deve ser ocultado. Uma moderna censura ideológica, afinal...

E até já António Aleixo o sabia:

Prà mentira ser segura
e atingir profundidade
tem que trazer à mistura
qualquer coisa de verdade.


Neste sentido, tanto a versão histórica oficial do Holocausto como o denonimado "revisionismo" - a utilização do termo "negacionismo" é por si só uma hipocrisia insultuosa! - contêm por certo muitas meias verdades e outras tantas meias mentiras. Por que razão seria de outra forma, se são sempre os vencedores a escrever a História do modo como lhes convém e adaptando-a à sua própria visão do mundo?!

Pensamento independente e livre sem amarras... SIM!!!


De MJ a 15 de Abril de 2007 às 01:10
Não há nenhum escândalo! Quem quiser que se reuna e fale do que lhe aprouver. Mas não discortino nenhuma utilidade em patrocinar loucos e neo-nazis. Mais acima encontrará um post chamando a atenção para o facto do anúncio desta conferência não ter passado de uma tentativa de intoxicação ou de provocação.


De Anónimo a 15 de Abril de 2007 às 00:53
Não entendo o porquê de tanto escândalo no que diz respeito à realização destas conferências. Primeiro, sendo o Holocausto um dado adquirido, as tentativas de negação ou alteração dos factos irão rapidamente cair no ridiculo, a não ser que sejam de facto apresentadas provas irrefutáveis, provenientes de fontes independentes. Nesse caso estas conferências deveriam ter toda a atenção, quer por parte dos Judeus, quer por parte de Todos os outros. Pois se permitirem que o Holocausto seja apenas a desculpa mais usada para tudo o que os Judeus possam fazer de mal, então está reaberta a porta que levou a ele ter acontecido em primeiro lugar.

Não esquecer a presença e participação de Judeus Ortodoxos numa conferência semelhante e recente no Irão:

http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/magazine/6171503.stm

http://www.nkusa.org/


De kiki Anahory Garin a 13 de Abril de 2007 às 13:14
Eu considero inadmissível e provocatório essa conferência a realizar no dia da memória do Holocausto, infelizmente existem pessoas doentes em todo o mundo!!!

Quanto ao comentário de um leitor em espanhol apesar de ter percebido o espanhol, não consegui entender onde o seu autor pretendia chegar.

Pareceu-me no entanto que ele não é digno de usar a estrela de David, que não devia ser usada apenas como adereço.

Beijos
Kiki


De JÚLIO SILVA CUNHA a 12 de Abril de 2007 às 23:55
Doentio! E a conexão entre islamismo e nazismo deixou de ser uma invenção neocon- é só ver estes encontros!
J.


De EL OJO PROTESTANTE a 12 de Abril de 2007 às 13:18
Shalom!
Creo que el idioma no será barrera para entendernos.

Te cuento una anécdota.
Yo trabajo en una institución militarizada. Uno de los agentes de la unidad me empezó a hablar mal de los judíos. Me mostró un supuesto informe confidencial que demostraba como los judíos pretendían adueñarse del país. También me dijo que los judíos habían infiltrado la fuerza, y apeló a datos de "Protocolos de los sabios de Sión".

Después de dejarlo hablar por un rato, desabroché el primer botón de mi camisa y le mostré una cadena que cuelgo orgulloso, de la que pende una expléndida Estrella de David.
¡Imagínate la situación!
El sujeto quedó mudo.
Todavía me estoy riendo.
Un abrazo.
Daniel
-Añadiré un enlace a este gran blog. Puedes verlo en "Israel en Foco"-


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